Movimento no primeiro meio segundo
Nada de abrir com plano parado. O primeiro bloco (0:00–0:03) só aceita planos com entrada de movimento, macro, giro ou aproximação — é o meio segundo que decide se a pessoa fica.
Não são sugestões dentro de um texto. São restrições no código: o roteiro é construído de modo a não conseguir violá-las, e depois é conferido sobre o resultado — cada regra aparece com o timestamp em que foi cumprida.
Nada de abrir com plano parado. O primeiro bloco (0:00–0:03) só aceita planos com entrada de movimento, macro, giro ou aproximação — é o meio segundo que decide se a pessoa fica.
Corte, ângulo novo, texto que entra, zoom. Nenhum bloco pode passar de 5 segundos visualmente parado. No sistema isso é estrutural: o número de cortes é derivado da duração, não sorteado.
Passou disso no mesmo enquadramento, cansa. Um contador acumula os segundos de fala contínua e força a troca de plano antes do limite.
Uma pergunta, promessa ou tensão que só se resolve perto do fim — ou no próximo vídeo da série. Sem isso não há motivo para continuar assistindo.
O último quadro repete o enquadramento do primeiro. No replay automático da plataforma, o corte some e o vídeo ganha uma segunda visualização de graça.
A maior parte assiste sem som. Cada linha narrada gera automaticamente a frase-chave que aparece na tela.
O melhor não fica guardado pro final. Quem sair aos 8 segundos precisa já ter levado alguma coisa.
Sem grua, sem drone, sem “peça pra alguém filmar” — a menos que você marque que tem. O conjunto de planos é montado a partir do seu briefing, e toda suposição aparece escrita no resultado.
Onde caberia uma estatística, o roteiro escreve um marcador pedindo verificação em vez de um número plausível. Você preenche com algo verdadeiro, ou corta.
Gere um roteiro e abra a aba de retenção: cada regra vem com o resultado medido.
Gerar um roteiro